SÃO JOSÉ DO RIO PARDO E REGIÃO – ANO 34



A necessidade da família

13/05/2021 - por Thiago da Silva Vieira

A família foi criada e definida por Deus, não por homens. Há um único padrão original estabelecido para a família. Isso significa que

qualquer definição fora desse padrão é uma perversão, uma ofensa a Deus

A família instituída por Deus consiste em um homem, uma mulher e seus filhos ( Gn 2: 18-24). Não um homem e duas mulheres, ou dois homens, ou um homem, uma mulher e um animal. Essa verdade não pode ser mudada por nenhuma instituição, seja a igreja, grupos ativistas ou o Estado. O Estado não pode decretar outro modelo que seja legal diante de Deus. Assim como não pode mudar ou anular a lei da gravidade também instituída por Deus. Não há progresso naquilo que Deus estabeleceu como imutável. A reinvenção humana não é mudança da criação divina, mas perversão. Como não há ninguém com autoridade superior a Deus, quando Deus fala, o homem se cala, obedece e é abençoado, ou desobedece e sofre as consequências. Assim como desafiar a lei da gravidade, pulando de um edifício, do último andar, pode trazer prejuízos, desafiar a lei sobre a família também trará prejuízos. A família criada por Deus é boa, perfeita e agradável, pois está de acordo com a vontade daquele que é bom, perfeito e agradável. A família é fruto do amor divino e consiste na verdadeira liberdade de usufruir das bênçãos e do amor de Deus.
A preservação da humanidade para cumprir os propósitos divinos depende do padrão de família estabelecido por Deus, pois para que seja cumprido o mandato cultural é necessário multiplicar-se. Sendo assim, a extinção da família como definida por Deus tem como consequência a extinção das demais instituições, e como consequência a humanidade toda. Isso significa que o Governo, a Escola e a Igreja dependem do modelo de família definida por Deus.
Perverter a lei de Deus, que estabelece ordem sobre todas as coisas, é estabelecer o caos. Extinguir a família é extinguir a humanidade.

 


Por Thiago da Silva Vieira
 

Texto publicado originalmente na versão impressa de DEMOCRATA número 1666 de 8 de maio de 2021, p. 11

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