Foi pensando no livro escrito por minha filha, Ana, A TRAVESSURA DO CANAL DA MANCHA, que eu escrevi, na edição do sábado passado, que na desta semana eu iria “trabalhar de mãe-coruja”. Não vai ser possível. No sábado passado, eu ainda não havia lido o
livro. Eu sabia que a Ana escreve bem e contava com isso; mas eu pensava simplesmente na travessia e fiquei encantada com tantas colocações bem postas sobre a vida, a sociedade, o esporte... Fiquei conhecendo melhor a Ana. Eu tento ser uma pessoa disciplinada e me empenho em cumprir o programa que faço para mim. Resolvi, no domingo: hoje à noite vou ler o livro da Ana por uma hora e tentar terminá-lo amanhã. O meu despertador me “diria bom dia” às 4:40 e para não começar o dia cansada, deitei-me às 21:00. No entanto, o que eu queria mesmo era continuar lendo. Tentando dormir fui rezando, tomando um golinho de água, virando de um lado para outro; fui buscar mais uma coberta... Às 22:00, capitulei; retomei o livro e terminei minha leitura às 2:00, feliz da vida; resisti à tentação de ligar imediatamente para Ana e dormi um sono ótimo. Levantei-me à hora certa, fiz minha ginástica, fui com minhas amigas à nossa oração da madrugada e passei um dia muito bom. Na noite de segunda para terça feira recuperei as horinhas de sono que estavam me faltando.
Com a consciência tranqüila e sem sombra de “corujisse” posso lhe dizer que o livro é mito bom e de leitura agradável para todas as idades. Peço-lhe que me permita um pequeno comercial:
O A TRAVESSURA DO CANAL DA MANCHA está à venda no Bazar Ideal (Francisquinho Dias, e na livraria Tulipas, à rua José Andreoli, 34)
Minha cunhada Martha Maria, que é religiosa dominicana também gostou muito do livro e, assim que terminou sua leitura compôs este belo poema que transcrevo em seguida:
TRAVESSIA-TRAVESSURA
Travessia-travessura, não de criança, mas de gigante.
Travessia em águas geladas, de um continente a outro;
de um país distante, distante daquele que a viu nascer.
Travessia travessura não de criança, mas de gigante.
Travessia de jovem que enfrenta
o risco, a dor, o frio, a fome sede,
Em meio a tanta água salgada, água do sofrimento,
Água da decepção, água da mentira,
talvez água de pouco amor.
Mas também água da vitória,
mesmo se pouco valorizada;
a água do Batismo, da coroa do sucesso,
do gosto de chegar
onde poucos chegaram antes em tão pouco tempo,
em tantas braçadas
entrecortadas de esforço em respirar, sem se afogar,
como em outras travessias da vida,
como em tantas travessuras desta e talvez da outra vida,
cujo mistério só é desvendado pelo fé.
Travessia-travessura, não de criança, mas de herói
que enfrenta com coragem as ondas, o frio, as algas,
o mar que parece não ter fim.
Travessia-travessura não de criança, mas de gigante.
PARABÉNS!
E parabéns agora pelo livro, pelos muitos escritos,
pelos blogs, emails e fotos e álbuns;
meios de comunicação dos mais diversos,
dos mais modernos,
tornando quase sem limites a possibilidade
da COMUNHÃO À DISTÂNCIA
que me encanta e me seduz, alimentando a esperança
De um dia saborearmos juntos
A COMUNHÃO VERDADEIRA.
PARABÉNS!
Irmã Martha Maria Mesquita
Tia da Ana, religiosa dominicana
Amanhã celebraremos o Dia das Mães. Gosto desta festa. Neste dia procuro rezar mais; Agradeço ao Pai pela confiança que depositou em nós e por todas as alegrias que nos vem da maternidade. E peço que nos conceda toda ajuda de que precisamos para cumprir,
segundo seus sábios desígnios, a missão por Ele a nós confiada.
Gosto também, no Dia das Mães, de fazer um agrado especial a meus filhos, filhas, noras, genros, netos e netas (já que “avó é mãe duas vezes”). Este ano, a nossa reunião vai ficar para o dia 16 e espero que o “IBOPE” seja alto; Amanhã irei a Três Lagoas,
MS, com meu irmão Joaquim Augusto.
Desejo-lhe um Feliz Dia das Mães!